Alexandre Luna (c) 1990 Loucura: a cura da mediocridade... A sã virtude de um sábio! Pensar, quem sabe... Seja mais que exalar opiniões, Usufruto do escárnio Na forma de embriagar A alma dos mais sóbrios...
De nada vale: Conhecimento, sem sabedoria... Ressentimento, sem perdão.... Paixão, sem amor...
Sim... sede louco, Mas o sede de forma divina... Como uma flor, Pois a vida não tem cor Sem a aquarela da ilusão, Ou a quimera da fantasia... Que me fez sentir um dia... Na leveza do espírito A liberdade de um grito: - Sim, sou louco... E quem não é?!... |
